MAÍRA
(com ilustrações de Poty)

"Maíra, um romance dos índios e da Amazônia"
Ilustrações Poty.
Rio de Janeiro, Editora Record,1996

Edições:
  • Edição brasileira (1ª a 9ª): Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro,1976/1978.
  • Edição brasileira (10ª a 14ª): Editora Record, Rio de Janeiro, 1989/1993.
  • Edição brasileira: Editora Círculo do Livro, São Paulo, 1980.
  • Edição portuguesa (1ª): Dom Quixote, Lisboa, 1983.
  • Edição italiana (1ª e 2ª): Feltrinelli, Milano, 1979/1989.
    • Tradução de Daniela Ferioli.
  • Edição alemã (1ª): Steinhausen, Munique, 1980.
    • Tradução de Heidrun Adler.
  • Edição alemã (2ª e 3ª): Suhrkamp Verlag, Frankfurt, 1982/1989.
    • Tradução de Heidrun Adler.
  • Edição francesa (1ª e 2ª): Gallimard, Paris, 1980/1997.
    • Tradução de Alice Raillard.
  • Edição espanhola (1ª): Editora Alfaguara, Madrid, 1981.
    • Tradução de Pablo del Barco.
  • Edição mexicana (1ª): Editora Nueva Imagen, México, 1983.
    • Tradução de Pablo del Barco.
  • Edição polonesa (1ª): Wydawnictwo, Krakovia, 1983.
    • Tradução de Helena Czajka.
  • Edição inglesa (1ª): Random House, New York, 1984.
    • Tradução de E.H. Goodland e Thomas Colchie.
  • Edição inglesa (1ª): Pan Books, Londres, 1985.
    • Tradução de E.H. Goodland e Thomas Colchie.
  • Edição hebráica (1ª): Pecker Literary, Tel Aviv, 1988.
    • Tradução de Miriam Tivon.
  • Edição húngara (1ª): Europa Konyvkiado, Budapeste, 1989.
    • Tradução de Bárczy István.
  • Edição brasileira (15ª - edição especial comemorativa dos 20 anos da obra, inclui Fortuna Crítica): Editora Record, Rio de Janeiro, 1996.

"O esquema de Maíra, em suas linhas gerais, já o definia como um romance da dor e do gozo de ser índio. Retomando, ali, minhas memórias, consegui encarnar, dar vida, ao drama de Avá, uma espécie de índio-santo sofredor, na sua luta impossível para mudar de couro, deixando de ser sacerdote cristão para voltar à sua indianidade original.

O livro teve êxito, já conta com 48 edições em oito línguas. Comemorou em 1996 seus vinte anos com uma edição esplendidamente ilustrada e, sobretudo, com a larga fortuna crítica com que alguns dos melhores teóricos da literatura brasileira o saudaram. Estou contente porque, afinal, assinei contrato para que Maíra vire um filme. Quero ver meus personagens encarnados em bons artistas e, mais ainda, os deuses Maíra e Micura mostrando ao grande público o fundo do pensamento indígena e sua cosmogonia, totalmente oposta à cristã, em que o gozo não é pecado, mas uma dádiva dos deuses." (Darcy Ribeiro, Confissões, S. Paulo, Ed. Companhia das Letras, 1997, p. 512)

 


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